{"id":53733,"date":"2025-06-21T01:44:06","date_gmt":"2025-06-21T04:44:06","guid":{"rendered":"https:\/\/euvivoaselecao.com.br\/index.php\/2025\/06\/21\/parceria-entre-pesquisadores-e-comunidades-protege-mangues-na-amazonia\/"},"modified":"2025-06-21T01:44:06","modified_gmt":"2025-06-21T04:44:06","slug":"parceria-entre-pesquisadores-e-comunidades-protege-mangues-na-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/euvivoaselecao.com.br\/index.php\/2025\/06\/21\/parceria-entre-pesquisadores-e-comunidades-protege-mangues-na-amazonia\/","title":{"rendered":"Parceria entre pesquisadores e comunidades protege mangues na Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div wp_automatic_readability=\"219.1501129777\">\n<p>\u00c1rvores que chegam a 30 metros de altura \u2013 como um edif\u00edcio de dez andares \u2013, com ra\u00edzes fixadoras que ultrapassam o tamanho de uma pessoa. <strong>Os mangues amaz\u00f4nicos s\u00e3o grandes sumidouros de carbono, superando as m\u00e9tricas at\u00e9 mesmo da floresta amaz\u00f4nica. Esse ecossistema \u00e9 respons\u00e1vel por retirar da atmosfera tr\u00eas vezes mais g\u00e1s poluente do que florestas de terra firme.<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 entre Maranh\u00e3o, Par\u00e1 e Amap\u00e1\u00a0que est\u00e1 o maior territ\u00f3rio cont\u00ednuo de manguezais sob prote\u00e7\u00e3o legal de todo o mundo. Os dados superlativos tornam tamb\u00e9m mais dif\u00edcil o monitoramento e a fiscaliza\u00e7\u00e3o desses territ\u00f3rios.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Caso Adalberto; Delegada aponta poss\u00edvel envolvimento de pessoa pr\u00f3xima e levanta novas hip\u00f3teses<\/strong><\/p>\n<p><strong>Chuvas: governo ga\u00facho vai liberar R$ 60 milh\u00f5es\u00a0para cidades afetadas<\/strong><\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<h6 class=\"meta\">\u00c1rea de manguezal na Reserva Extrativista Marinha de Caet\u00e9-Tapera\u00e7u monitorada pelo projeto Mangues da Amaz\u00f4nia. <strong>Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><!--END copyright=428326--><\/h6>\n<\/div>\n<p>No nordeste do Par\u00e1, o projeto Mangues da Amaz\u00f4nia\u00a0trabalha junto \u00e0s comunidades locais para mapear tanto a vegeta\u00e7\u00e3o e a fauna quanto as \u00e1reas onde h\u00e1 corte de madeira. O projeto tamb\u00e9m identifica as \u00e1reas mais sens\u00edveis e realiza o reflorestamento desses locais.<\/p>\n<p>\u201cA gente vai na comunidade, mostra o mapa da regi\u00e3o e pergunta onde est\u00e1 ocorrendo corte de madeira. Eles indicam no mapa. A gente visita cada um dos lugares para fazer o georreferenciamento. Tudo \u00e9 checado e validado, e a gente produz mapas, a partir do mapeamento participativo. Esses mapas, a gente entrega para as prefeituras, associa\u00e7\u00f5es e lideran\u00e7as\u201d, explica o professor titular da Universidade Federal do Par\u00e1 (UFPA) e coordenador-geral do projeto Mangues da Amaz\u00f4nia, Marcus Fernandes. De acordo com o professor, h\u00e1 \u00e1reas de corte identificadas\u00a0onde as pessoas j\u00e1 fabricam ali mesmo as t\u00e1buas de madeira.<\/p>\n<p><strong>Goi\u00e1s d\u00e1 2 dias para aterro apresentar plano de recolhimento de lixo<\/strong><\/p>\n<p><strong>Hugo Calderano e Bruna Takahashi v\u00e3o \u00e0 final de torneio na Eslov\u00eania<\/strong><\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-left\">\n<h6 class=\"meta\">O professor Marcus Fernandes \u00e9 o coordenador do Laborat\u00f3rio de Ecologia de Manguezal \u2013 Lama, da Universidade Federal do Par\u00e1 (UFPA) <strong>Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><!--END copyright=428330--><\/h6>\n<\/div>\n<p>O projeto atua em quatro reservas extrativistas (resex): Resex Marinha de Tracuateua; Resex Marinha de Caet\u00e9-Tapera\u00e7u; Resex Ara\u00ed-Peroba; e Resex Gurupi-Piri\u00e1. Elas est\u00e3o localizadas, respectivamente, em quatro munic\u00edpios: Tracuateua, Bragan\u00e7a, Augusto Corr\u00eaa e Viseu. Sua\u00a0cobertura chega a\u00a0uma \u00e1rea de 131 mil hectares \u2013 o equivalente a 120 mil campos de futebol.<\/p>\n<p><strong>A extra\u00e7\u00e3o de madeira, assim como a captura de caranguejos n\u00e3o \u00e9 ilegal nesses territ\u00f3rios. Mas, no caso do corte, \u00e9 preciso informar o Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio).<\/strong><\/p>\n<p>\u201c\u00c9 \u00e1rea de uso, mas tudo \u00e9 controlado. S\u00f3 que eles d\u00e3o um truque. T\u00eam que dizer quanto de madeira, qual madeira e onde vai cortar. Eles declaram isso, mas v\u00e3o em outro lugar e tiram tudo que querem. N\u00e3o tem fiscaliza\u00e7\u00e3o\u201d, diz Fernandes. \u201cEles conseguem driblar. Muita gente tamb\u00e9m quer vender para fazer carv\u00e3o para as padarias, para as olarias, etc. Ent\u00e3o, \u00e9 um problema, de fato, [a extra\u00e7\u00e3o de] madeira aqui. Mas n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o grave quanto \u00e9 no Nordeste, quanto \u00e9 no Sudeste\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de mapear as \u00e1reas de corte, o projeto tamb\u00e9m mapeia as esp\u00e9cies que vivem nos mangues.<strong> <\/strong>\u201cA gente leva os caranguejeiros para o mesmo processo de mapeamento. A gente vai para os lugares e faz o nosso censo para saber quantos machos, quantas f\u00eameas, o tamanho\u00a0e o\u00a0peso, para saber como \u00e9 que est\u00e1 e\u00a0mostrar uma figura do que est\u00e1 acontecendo com aquele lugar\u201d, diz. \u201cTudo precisa de um diagn\u00f3stico\u201d.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<h6 class=\"meta\">Filhote de caranguejo em \u00e1rea de manguezal reflorestada pelo projeto Mangues da Amaz\u00f4nia, na Reserva Extrativista Marinha de Caet\u00e9-Tapera\u00e7u.\u00a0<strong>Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><!--END copyright=428317--><\/h6>\n<\/div>\n<p><strong>O projeto tamb\u00e9m realiza o mapeamento gen\u00e9tico da vegeta\u00e7\u00e3o, para ajudar no plantio e recupera\u00e7\u00e3o das \u00e1reas.<\/strong> \u201cHoje, j\u00e1 tem todo o mapeamento de onde est\u00e3o essas \u00e1rvores. Agora, eu preciso saber qual \u00e9 a qualidade dos diferentes tipos de mangue, o vermelho, o preto e o branco\u201d, explica. \u00a0<\/p>\n<blockquote wp_automatic_readability=\"14\">\n<p>\u201cQuanto maior a variabilidade gen\u00e9tica, melhor e maior a probabilidade dessa planta que for nascer daquela semente e daquela \u00e1rvore\u00a0ter melhor qualidade de vida l\u00e1 na frente ou ser mais adapt\u00e1vel, mais sens\u00edvel \u00e0s mudan\u00e7as que est\u00e3o ocorrendo. Ent\u00e3o, se eu escolher melhores sementes, eu sou capaz promover uma floresta mais resiliente, mais adapt\u00e1vel\u00a0\u00e0s novas mudan\u00e7as que est\u00e3o vindo por a\u00ed. Essa \u00e9 a nossa proposta com a gen\u00e9tica\u201d, diz Fernandes.\u00a0<\/p>\n<\/blockquote>\n<h2>Mangues na Amaz\u00f4nia<\/h2>\n<p>Os manguezais s\u00e3o \u00e1reas \u00famidas que est\u00e3o entre o mar e a terra firme. As esp\u00e9cies vegetais e animais que ali vivem s\u00e3o resistentes ao fluxo das mar\u00e9s e ao sal. O ecossistema abriga caranguejos, moluscos como ostras e sururus, peixes, aves e at\u00e9 mesmo mam\u00edferos e r\u00e9pteis.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<h6 class=\"meta\">Guar\u00e1s, gar\u00e7as e bigu\u00e1s no manguezal de Ajuruteua. Pr\u00f3ximo \u00e0 Vila dos Pescadores, aves fizeram ninhos com res\u00edduos de redes de pesca, na \u00e1rea da Reserva Extrativista Marinha de Caet\u00e9-Tapera\u00e7u.\u00a0<strong>Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><!--END copyright=428391--><\/h6>\n<\/div>\n<p>O Brasil \u00e9 o segundo pa\u00eds com maior extens\u00e3o de manguezal, com 14 mil quil\u00f4metros quadrados (km\u00b2) ao longo da costa, ficando atr\u00e1s apenas da Indon\u00e9sia, com cerca de 30 mil km\u00b2. <strong>80%\u00a0dos manguezais em territ\u00f3rio brasileiro est\u00e3o distribu\u00eddos em tr\u00eas estados do bioma amaz\u00f4nico: Maranh\u00e3o (36%), Par\u00e1 (28%) e Amap\u00e1 (16%).<\/strong><\/p>\n<p>De toda a extens\u00e3o amaz\u00f4nica, a maior parte est\u00e1 em 120 unidades de conserva\u00e7\u00e3o que abrangem 12 mil km\u00b2, 87% do ecossistema em todo o Brasil. Isso faz com o que o Brasil tenha o maior territ\u00f3rio cont\u00ednuo de manguezais sob prote\u00e7\u00e3o legal de todo o mundo, de acordo com os dados do ICMBio.<\/p>\n<p>\u201cUm dos pontos do projeto \u00e9 trazer o foco para quando voc\u00ea falar de Amaz\u00f4nia, voc\u00ea falar tamb\u00e9m dos manguezais amaz\u00f4nicos, porque eles ficam invisibilizados\u201d, diz o gestor do projeto Mangues da Amaz\u00f4nia, John Gomes.\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<h6 class=\"meta\">O gestor do projeto Mangues da Amaz\u00f4nia, John Gomes, com mudas de mangue que ser\u00e3o levadas para reflorestamento.\u00a0<strong>Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><!--END copyright=428347--><\/h6>\n<\/div>\n<h2>Sumidouros de carbono<\/h2>\n<p>Na Amaz\u00f4nia, por conta do maior acesso a recursos h\u00eddricos, o mangue na regi\u00e3o tamb\u00e9m acaba se desenvolvendo mais do que nas outras regi\u00f5es do pa\u00eds, com \u00e1rvores que chegam a 30 metros de altura.\u00a0<strong>As grandes dimens\u00f5es dos manguezais amaz\u00f4nicos aumentam tamb\u00e9m\u00a0os impactos positivos do ecossistema.<\/strong><\/p>\n<p>Um deles \u00e9 a capacidade de retirar g\u00e1s carb\u00f4nico da atmosfera e armazen\u00e1-lo no solo, que, por ser muito \u00famido e denso, acaba retendo o g\u00e1s poluente. De acordo com Fernandes, os manguezais da regi\u00e3o armazenam 600 toneladas de carbono por cada hectare, de acordo com as medi\u00e7\u00f5es feitas pelo projeto. \u201cIsso \u00e9 muita coisa. Ent\u00e3o, \u00e9 mais do que a m\u00e9dia mundial\u201d, diz.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<h6 class=\"meta\">Vista de um bra\u00e7o do Rio Caet\u00e9 em \u00e1rea de manguezal na Reserva Extrativista Marinha de Caet\u00e9-Tapera\u00e7u monitorada pelo projeto Mangues da Amaz\u00f4nia.\u00a0<strong>Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><!--END copyright=428304--><\/h6>\n<\/div>\n<p>Um dos grandes riscos para o manguezal s\u00e3o as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e a consequente redu\u00e7\u00e3o de chuvas no local,\u00a0de acordo com o professor do Instituto de Estudos Costeiros da UFPA\u00a0Hudson Silva\u00a0que, no Mangues da Amaz\u00f4nia, \u00e9 respons\u00e1vel pelo monitoramento das emiss\u00f5es dos gases.<\/p>\n<blockquote wp_automatic_readability=\"12\">\n<p>\u201cSe voc\u00ea tem redu\u00e7\u00e3o nas chuvas, as \u00e1reas que se beneficiam dessa condi\u00e7\u00e3o de alagado para funcionar como sumidouro\u00a0come\u00e7am a perder essa fun\u00e7\u00e3o. O solo come\u00e7a a ser aerado, o oxig\u00eanio come\u00e7a a entrar mais para esse solo, e o processo de decomposi\u00e7\u00e3o come\u00e7a a jogar mais g\u00e1s carb\u00f4nico para fora\u201d, diz.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Os impactos j\u00e1 s\u00e3o sentidos.<\/strong> <strong>Segundo Silva, a taxa de precipita\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o, que chegava a 3 mil mil\u00edmetros (mm) por ano, atualmente chega a 2 mil mm.<\/strong><\/p>\n<p>Fernandes complementa que a extin\u00e7\u00e3o dos mangues na regi\u00e3o pode gerar consequ\u00eancias catastr\u00f3ficas, n\u00e3o apenas locais, mas impactando toda a costa, com avan\u00e7o do mar e alagamento de regi\u00f5es costeiras.<\/p>\n<p>\u201cA regi\u00e3o amaz\u00f4nica tem um estoque enorme de carbono, ent\u00e3o, se a gente corta ou perde esse ambiente, a gente\u00a0vai jogar isso para fora. \u00c9 como se voc\u00ea liberasse uma bomba de carbono para o ambiente\u201d, diz. \u201cE tem um efeito nacional absurdo na nossa costa,\u00a0um efeito que vai ser tamb\u00e9m\u00a0para toda a floresta. Se a\u00a0gente tira o manguezal, tira a prote\u00e7\u00e3o costeira\u201d.<\/p>\n<h2>Mangues da Amaz\u00f4nia<\/h2>\n<p>O Mangues da Amaz\u00f4nia nasce a partir do trabalho de estudo e conserva\u00e7\u00e3o de manguezais feito no Laborat\u00f3rio de Ecologia de Manguezal (LAMA) da UFPA, em Bragan\u00e7a. O projeto, patrocinado pela Petrobras, est\u00e1 no segundo ciclo de execu\u00e7\u00e3o. O primeiro foi entre 2021 e 2022, quando foram recuperados 14 hectares de mangue. O segundo ciclo come\u00e7ou em 2024 e segue at\u00e9 2026, com a meta de reflorestar mais 17 hectares.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<h6 class=\"meta\">Cobra jiboia \u00e9 vista em \u00e1rea de manguezal reflorestada pelo projeto Mangues da Amaz\u00f4nia na Reserva Extrativista Marinha de Caet\u00e9-Tapera\u00e7u.\u00a0<strong>Fernando Fraz\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><!--END copyright=428323--><\/h6>\n<\/div>\n<p>O projeto \u00e9 parte do Programa Petrobras Socioambiental, que patrocina 160 projetos em todo o pa\u00eds, com um investimento previsto de R$ 1,5 bilh\u00e3o at\u00e9 2029. De acordo com a gerente de Direitos Humanos da Ger\u00eancia Executiva de Responsabilidade Social da Petrobras, Sue Wolter, o Mangues \u00e9 um dos projetos com maior retorno, tanto ambiental, quanto social. <strong>A cada R$ 1 investido pela Petrobras, o retorno estimado para a sociedade \u00e9 de R$ 7.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cO objetivo do Programa Petrobras Socioambiental \u00e9 implantar os projetos buscando transforma\u00e7\u00e3o social. Levar valor para a sociedade, para os territ\u00f3rios onde a gente est\u00e1 e, ao mesmo tempo, isso \u00e9 um valor para a companhia. A gente entende que como uma empresa estatal brasileira, a gente tem uma fun\u00e7\u00e3o social e essa fun\u00e7\u00e3o social \u00e9 ajudar esse processo de transforma\u00e7\u00e3o de desenvolvimento\u201d, diz.<\/p>\n<p><em>*\u200bA equipe da Ag\u00eancia Brasil viajou \u00e0 Bragan\u00e7a entre os dias 11 e 14 de junho para conhecer o projeto Mangues da Amaz\u00f4nia, a convite da Petrobras, patrocinadora do projeto.<\/em><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c1rvores que chegam a 30 metros de altura \u2013 como um edif\u00edcio de dez andares \u2013, com ra\u00edzes fixadoras que<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"colormag_page_container_layout":"default_layout","colormag_page_sidebar_layout":"default_layout","footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-53733","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/euvivoaselecao.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53733","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/euvivoaselecao.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/euvivoaselecao.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/euvivoaselecao.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/euvivoaselecao.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=53733"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/euvivoaselecao.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/53733\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/euvivoaselecao.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=53733"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/euvivoaselecao.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=53733"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/euvivoaselecao.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=53733"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}